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domingo, 26 de dezembro de 2010

Criado o Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT


O Presidente Lula e Ministro Paulo Vannuchi (Secretaria de Direitos Humanos)  assinararam o Decreto n º 7.388,  em  9 de dezembro de 2010, publicado (10/12) no Diário Oficial da União, que dispõe sobre a composição, estruturação, competências e funcionamento do Conselho Nacional Combate à Discriminação – CNCD , que terá o “nome social” de Conselho Nacional LGBT. Segundo o Decreto, o Conselho tem por finalidade formular e propor diretrizes de ação governamental, em âmbito nacional, voltadas para o combate à discriminação e para a promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT. O Conselho será composto por 15 ministérios e 15 organizações da sociedade civil.
Segundo Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, “o estabelecimento do Conselho é uma reivindação da ABGLT  e uma conquista da sociedade civil e do governo Lula, dando seguimento às deliberações da 1ª Conferência Nacional LGBT, realizada em junho de 2008, para fazer o controle social da implmentação das 166 ações do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT.” Com o estabelecimento do Conselho, o presidente Lula e o ministro Paulo Vannuchi e toda sua equipe estão demonstrando sensibilidade política para a comunidade LGBT, que nesses tempos tem sofrido muitos ataques, conforme noticiado pela mídia em geral.
Esperamos que a Ministra indicada pela presidente Dilma Rousseff, Maria do Rosário, dê continuidade às políticas iniciadas no governo Lula e que possamos num futuro próximo diminuir o estigma, o preconceito, a discriminação e a violência contra as pessoas LGBT. Já em 2011 reivindicamos  a realização da 2ª Conferência Nacional LGBT, com as respectivas conferências municipais e estaduais LGBT, para que possamos avaliar e monitorar todas as ações executadas até agora para a construção da cidadania LGBT.
Esperamos que o exemplo da criação da Coordenação-Geral LGBT, na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, e agora a criação do Conselho Nacional LGBT seja seguido pelas 27 Unidades da Federação e os mais de 5 mil municípios brasileiros.

Preconceito

Um Beijo, um abraço… demonstrações de carinho por parte de homoafetivos incomodam muito uma sociedade heterossexual e hipócrita na qual vivemos.  Pessoas riem de dois gays abraçados, mesmo que seja um abraço amigável. E quando gays se beijam em público? As reações são mais extremadas, de puro nojo e repulsa, como estivessem visto alguém coberto de excrementos.  Frente a isto e outros mais, um grupo de jovens cidadãos, cansados de toda esta hipocrisia, está se manifestando contra a homofobia e pede apoio para que o PLC 122/06 seja votado para o bem desta sociedade brasileira. 
As fotos  ilustram a manifestação deste domingo, 12/12. Onde Homossexuais lutam pelos direitos LGBT.

                            
                 

                                          Chega de PRECONCEITO !

De Repente, Califórnia - Trailer

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010


 Bandeira Gay


                                              Bandeira arco-íris

A Bandeira arco-íris é uma bandeira composta por barras horizontais que representam as diferentes cores do arco-íris. Existem várias versões, com pequenas variações das cores, número e disposição das barras. É impossível determinar a sua versão original, já que o seu uso acontece desde há muito e em diferentes partes do mundo. Atualmente a bandeira é sobretudo reconhecida como símbolo do movimento LGBT. Sendo também usada como símbolo da PAZ. O uso generalizado da bandeira arco-íris em manifestações LGBT começa nos anos 80. Sendo hoje reconhecida mundialmente como o símbolo das minorias sexuais. A sua versão mais atual tem seis barras horizontais, cada uma com uma cor diferente, de cima para baixo, vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta.
Significado das cores: A bandeira é formada por seis barras com cores diferentes, cada uma com seu significado. A bandeira não possui "a primeira barra", ou seja, a bandeira pode começar do vermelho assim como pode começar do lilás.
Vermelho: Luz;
Laranja: Cura;
Amarelo: Sol;
Verde: Calma;
Azul: Arte;
Lilás: Espírito;

Homofobia Não!

Depoimento Maite Schneider

Transexuais e Travestis

Os recentes casos de violência por suposta motivação homofóbica, como os que envolveram jovens na avenida Paulista, em São Paulo, em novembro, não são novidade na vida de travestis e transexuais. A violência contra essas pessoas começa cedo, já na infância, e no interior da própria família e se repete na escola e ao longo de toda a vida. A violência é uma constância na vida delas. Começa com uma violência que é menos visível, mas mais danosa para a pessoa que é a violência dentro de casa. Nem sempre travestis e transexuais sofrem violência física, mas em geral passam pela exclusão familiar. ''Ou você se enquadra no sexo que nasceu ou vai ser expulso de casa''. Uma ou um travesti seria aquele que se comporta e se veste como o outro gênero, mas não quer a cirurgia para mudar seu órgão sexual. Já os/as transexuais, sentem a necessidade de fazer a cirurgia, pois se sentem do outro gênero desde o nascimento. As transexuais consideram que nasceram com o corpo errado. A mente age como se fosse de um sexo e o corpo é de outro, por isso desejam fazer a operação que recolocaria o corpo no lugar que deveria estar. Segundo pesquisas, uma ínfima porcentagem de famílias compreendem e aceitam familiares transexuais ou travestis. Motivo que leva muitas pessoas a viverem escondidas ou se relacionarem apenas dentro do mesmo grupo.
Discriminação: Transexuais e travestis sofrem preconceito e humilhação em ações simples do dia a dia, como ir ao banheiro ou procurar um médico. Homem e mulher trans, como se vestem de mulher, utilizam banheiros femininos e todas elas relatam violência nessas situações porque mulheres reclamam se descobrem ou sabem. Da mesma forma não seriam aceitas com roupa de mulher em banheiro de homem. Há casos de profissionais demitidos ou que tiveram de se submeter a usar 'o banheiro dos fundos' para permanecer na empresa. Amor: A maioria das mulheres e homens transexuais sonha com casamento, família e quer a mudança de sexo. O que precisamos é de respeito, e de amadurecimento da sociedade. Precisamos de igualdade. Chega de Preconceito! A sociedade repressora não aceita que alguns tenham a liberdade de viver como querem. Ser racional e aceitar as diferenças é fundamental para uma vida de paz.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Pessoa, como você.

Todos temos de lutar pelos nossos direitos. Somos homossexuais, porém somos seres humanos. Queremos respeito, dignidade e igualdade como todas as pessoas. O que muda na sua vida, o fato de uma pessoa ser Homossexual? Será que ela é uma aberação como você pensa? Será que por ela ser 'diferente', ela merece seu desrespeito e preconceito? Concerteza não! As pessoas, julgam, chingam, agem com violência, contra Homossexuais, porque elas pensam que não temos sentimentos, que somos 'ocos' por dentro. Engano delas, porque temos sim sentimentos, e concerteza somos pessoas fortes, e com grande capacidade de lutar pelos nossos direitos. Além de tudo, somos seres humanos, todos comemos, trabalhamos, estudamos, pensamos, e temos caráter. A única diferença, está no preconceito das pessoas !

Qualquer forma de amor, é lindo !

Seja ele, entre casais heteros, ou homossexuais *o*

Orações Para Bobby 'Começo'

Milk a voz da igualdade

Parada do Orgulho Gay

Movimento LGBT

O preconceito contra pessoas com orientação sexual diferenciada vem sendo fortemente combatido pelo Movimento LGBT. Consideradas, no passado, um pecado pela religião (e por muitos até hoje), uma doença pela medicina, um desvio de conduta pela psicologia, as práticas homoeróticas, nas últimas décadas, têm contribuído para a superação do estigma que as reprova e persegue. Embora se trate de um grupo social ainda fortemente estigmatizado é inegável que a atuação dos movimentos sociais tem provocado mudanças no imaginário e agregado conhecimentos sobre a homossexualidade, de maneira a tirá-la da “clandestinidade”. Há pouco mais de uma década, era impensável a “Parada do Orgulho Gay”, atualmente denominada Parada LGBT, por exemplo, que ocorre em boa parte das grandes cidades brasileiras. Cada vez mais vemos homossexuais ocupando a cena pública de diferentes formas. A atual luta pela parceria civil constitui uma das muitas bandeiras dos movimentos homossexuais com apoio de vários outros movimentos sociais. No conjunto das conquistas político-sociais da atuação do Movimento LGBT, se enquadra a sensibilização da população de modo geral para as formas de discriminação por orientação sexual, que tem levado estudantes a abandonarem a escola, por não suportarem o sofrimento causado pelas piadinhas e ameaças cotidianas dentro e fora dos muros escolares. Esses mesmos movimentos têm apontado a urgência de inclusão, no currículo escolar, da diversidade de orientação sexual, como forma de superação de preconceitos e enfrentamento da homofobia.

Projeto de Lei

Projeto de lei, pela criminilização da Homofobia 122/2006.
Acho que o projeto de lei é importante porque tipifica os delitos de homofobia e, sendo aprovado, vai inibir a prática da homofobia no dia-a-dia. A aprovação é fundamental, sobretudo, para marcar a presença de 10% da população brasileira constituída por LGBTs, que vão ter o mínimo de proteção legal. Na Constituição de 1988, não incluiu a proibição de discriminar por orientação sexual e isso permite que juizes, delegados, policiais digam que discriminar gay não é crime. Em outros países há leis severas contra a homofobia. Por isso devemos lutar por nossos direitos!

Lado vermelho

O Brasil tem um lado cor de rosa, que é representado pelas paradas gays, tem mais de 200 paradas e a maior parada gay do mundo; tem a maior associação LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) da América Latina; tem o Programa Brasil Sem Homofobia, ou seja, conquistou muitos avanços, mas tem um lado vermelho sangue. O Brasil é o país líder em assassinatos de homossexuais. Não é o país mais homofóbico do mundo, porque não temos leis, como no Egito ou no Iraque, onde os homossexuais podem ser executados, mas, a cada dois dias, um gay, uma travesti ou, em número muito menor, uma lésbica é vítima de crimes de ódio. São crimes praticados com requintes de crueldade.

Vítimas de Preconceito

Esta semana, jovens gays foram agredido, vítimas do preconceito que está incubado na sociedade. A prática da violência gratuita, sem qualquer motivo ou razão, mesmo que ainda existisse razão, é inaceitável.
Retorna à discussão a Lei da Homofobia, para punir aqueles que cometem violência contra homossexuais, tornando-a crime, tema extremamente polêmico e barrado pelo machismo. Machismo esse que faz até com que mulheres dependam da Lei Maria da Penha, para que tenham seus direitos respeitados. Hoje, temos que chamar de direito a dignidade natural que todo cidadão deveria ter. Homens que usam da violência para resolver seus problemas são vistos como verdadeiros machos, que fazem uso somente de sua força física e deixam o resto de lado. Causa-nos lástima, ainda que em um país cheio de cultura, rico em histórias e cores, existirem pessoas que fazem uso da inteligência humana para mostrarem sua ignorância, numa guerra medíocre e ilógica, colocando grupos de pessoas uns contra os outros.
Não precisaríamos de leis, passeatas, feministas, discursos e mortes, se existisse o respeito entre os homens. Precisamos tornar a utopia uma realidade.

Depoimento ' Adoção por casal homossexual '.

Adoção por casais homossexuais

Embora haja todo esse impasse cercando esse assunto, não se pode ignorar o direito dos homossexuais à adoção, e nem os benefícios trazidos à sociedade em decorrência da formação de um novo lar aos adotados.
 É muito importante ficarmos por dentro do que nos diz o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), diante desses casos. O ECA não veta, isto é, não proíbe a possibilidade de um casal homossexual adotar uma criança, isto porque o interesse do Estatuto é resguardar e zelar pela dignidade da criança e do adolescente através de um lar, amor e carinho ao menor, sem questionar a orientação sexual dos adotantes. O ECA não põe como requisito para adoção qualquer elemento referente à sexualidade do adotante. Limita-se, apenas a prescrever que "podem adotar os maiores de 21 anos, independentemente do estado civil", dando esta faculdade aos homens e mulheres em conjunto ou isoladamente. O interesse do Estatuto é que A adoção seja concedida quando apresentar reais vantagens para o adotando e fundar-se em motivos legítimos. O Juiz da Infância e Juventude deverá levar em conta aos benefícios trazidos ao menor com a adoção, decidindo sempre, pelo seu bem-estar. As famílias homoparentais existem de fato, e já são uma realidade, em nossa sociedade. E quando se fala em adoção de crianças por um casal homossexual, há sempre tanta resistência à idéia de dois homens ou duas mulheres criarem saudavelmente uma criança?
 Muitas fantasias são levantadas para, que barreiras, sejam criadas em torno da adoção por um casal gay, são estas: “A criança terá mais probabilidade de ter doenças mentais como a depressão, a criança será homossexual também, a criança será abusada pelos pais, a criança sofrerá preconceito", mas isso tudo não é comprovada em estudos.
 Nos dias de hoje, as famílias são compostas de diversas maneiras, a realidade nos mostra, que as famílias compostas por duas mães e seus filhos, dois pais e seus filhos, irmãos que atuam como pais, crianças criadas por parentes como avós ou tios, por vizinhos, criando irmãos menores, e muitas outras combinações.
 As crianças precisam de dedicação, cuidado, respeito e amor, precisam de alguém que lhe dê condições para crescer de maneiras saudável, tendo seus direitos e deveres observados e respeitados. Quase sempre é sabido de caso de crianças, que são maltratadas, inúmeras vezes por seus próprios pais e mães, e, eles não são homossexuais. Por isso, é que na hora da adoção, o que deve ser observado é se os postulantes têm ou não condições de oferecer à criança que desejam um ambiente em que ela possa se desenvolver de forma saudável e completa.
 A adoção por casais homossexuais, ainda gera muita polêmica na justiça, e as decisões favoráveis na Justiça brasileira ainda são poucas. A prática é que um dos parceiros adote a criança, como solteiro, e passe a conviver com ela juntamente com seu companheiro. Essa prática, por ser a mais viável, tem sido a mais utilizada.
 Todo o cuidado sempre é necessário, principalmente quando se trata de algo “anormal” frente a nossa sociedade discriminatória. A criança adotada por um casal gay, com certeza vai sofrer preconceitos, e é isso que traz sofrimento e angústias, tanto para a criança como para os pais. É muito importante lutar contra o preconceito. Seja ele qual for.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O amor ultrapassa barreiras

É tão bom lutar por uma pessoa, para que um dia ela seja sua. É tão bom lutar por alguém e saber que talvez um dia você vai ser feliz ao lado dela. Como é bom enfrentar preconceitos, barreiras, rejeições, sabendo que um dia você terá ela contigo e ninguém pode tirar de você. Por você eu enfrentei muitas coisas, todas as barreiras, todos os preconceitos, enfrentei amigos, pais e sociedade. Foi por você que eu criei coragem, de assumir ser essa pessoa que sou hoje. Pois é, graças a você conseguimos nos conhecer. Foi com você que eu perdi todos os meus medos, e todas as minhas curiosidades. Foi você que me deu coragem e força nas horas que eu mais precisava, e o que é melhor, você enfrentou tudo comigo, sempre esteve ao meu lado. Triste época que as pessoas nos faziam infelizes, querendo ou não era isso. Porém depois de algum tempo, quando perceberam que realmente era amor e não doença, e nada e nem ninguém conseguiria nos separar, começamos viver a vida, que a tempo desejávamos. Hoje estou com você, enfrentando todas as barreiras, todas as dificuldades que um casal enfrenta, porém com você ao meu lado, e sendo feliz. Como é bom amar uma pessoa e ter ela com você, em todos os momentos de sua vida. Não é por nada que estamos juntos a mais de um ano, e eu te amo como se você o começo do nosso namoro. Por você eu mudei muitas coisas, com você passei muitas experiências e aprendi muito com isso. Agora tenho você todos os dias ao meu lado, toda hora e todo momento. Somos dois em um, duas pessoas e um sentimento maior. E quando o amor é verdadeiro,as dificuldades, brigas, e ciúmes são apenas novas experiências para se aprender a viver a dois. Se você esta triste, eu fico triste, se você se revolta com o mundo, eu também me revolto, mais sempre vou estar com você. Você é uma pessoa maravilhosa, que não quero perde por nada. Quero estar sempre contigo, até o ultimo dia de minha vida. Que tudo que passamos juntos até hoje, seja o começo de nossa história, o começo de um amor imenso. Eu sempre estarei de cabeça erguida, pensando no futuro, e como sempre, imaginando eu e você, porque eu sou você e você é eu. Eu te amo.

Preconceito

Como é difícil um filho chegar para seus pais, e assumir sua sexualidade perante eles. De certa forma, nenhum pai quer um filho gay, e nenhum filho quer ver seus pais sofrerem. Mais cada pessoa sabe como ser feliz, e nem sempre podemos agradar a todos. Com certeza é muito difícil para um pai e uma mãe escutar de seu filho, que sua orientação sexual foge dos padrões da sociedade. Um pai e uma mãe normalmente colocam seus filhos no mundo, imaginando seguir esses padrões. Um filho para namorar, casar, e lhe dar netos. E quando saímos desses padrões somos julgados e sofremos preconceito até mesmo por eles. Por mais que eles consigam entender, a sociedade julgará você pela sua sexualidade. E começa a ser vítima de preconceito dentro da própria casa. Normalmente os pais, não conseguem se importar em perguntar ao filho, se ele é feliz do jeito que é. Eles impõe mudanças, impões regras, e desejam que elas sejam cumpridas. Normalmente, eles se importam com o que os outros irão falar, pensar, e até mesmo julgar. Eles ficam preocupados, procuram ajuda, e querem até a cura dessa 'doença'. Mais com o tempo eles percebem que nada pode mudar seu filho, que isso não é uma doença, nem uma escolha. Que todas as regras, e mudanças que impuseram ao filho, só lhe trará infelicidade. Até mesmo deixam de pensar na sociedade, e começam a perceber que o que realmente importa, é a felicidade do filho. Ultrapassam todos os medos, até mesmo o próprio preconceito que há dentro de si. Criam coragem para enfrentar todo preconceito junto a ele.  Não se importa com a sociedade e passa ter orgulho do seu filho, por todo preconceito, todo sofrimento e até mesmo humilhação que lhe fez sofrer. Com isso percebe, que sexualidade não muda caráter. O fato dele ser 'diferente', realmente não faz diferença. Porque ele sempre será seu filho, sempre terá seu sangue e isso ninguém muda.O que importa, é ter orgulho, ser uma família unida, e juntos enfrentar todo preconceito!